"Podres por fora, incríveis por dentro: Conheça a história da banda 'Mais do que uma banda

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Crise no Rio de Janeiro: a necessidade urgente de reforma nas polícias A história recente do Rio de Janeiro é marcada por graves crises na área da segurança pública, culminando em clamor popular e pressa na distribuição de responsabilidades e respostas rápidas à indignação nacional. Entretanto, é fundamental compreender que essas crises também podem se converter em oportunidades providenciais para mudanças inadiáveis. E uma das mudanças mais urgentes é a reforma nas polícias. Não é segredo que a Polícia Civil fluminense tem falhado na garantia da segurança pública e na prevenção da violência, porém, talvez seja ainda mais preocupante se atentar ao fato de que a corporação colocou-se à disposição de milicianos, bicheiros e políticos dispostos a pagar pelo seu silêncio e pela proteção de atividades criminosas, como o jogo do bicho e as milícias. Um dos nomes centrais do crime e responsável pela investigação do caso em esfera estadual é o delegado Rivaldo Barbosa. Segundo o relatório da Polícia Federal, o delegado teria exercido o papel de "planejador" da ação executada pelos acusados Ronnie Lessa e Élcio Queiroz. Vale lembrar que Barbosa é o quarto chefe de polícia do Rio afastado e preso por acusação de envolvimento com o crime. Nos anos 1990 cunhou-se a expressão "banda podre da polícia" para definir a simbiose entre o crime organizado e policiais corrompidos. Hoje, essa realidade lamentavelmente permanece e ultrapassa o tráfico de drogas, alcançando negócios das milícias e do jogo do bicho, incluindo a disputa por territórios, o controle da regularização de ocupações ilegais e a comercialização de votos nas comunidades do Rio. Nada disso seria possível sem a devida participação de políticos, a omissão de integrantes do Ministério Público e a cumplicidade de juízes e desembargadores. Diante da extensão e da longevidade das crises, é inquestionável a necessidade de mudanças significativas. Não faltará ceticismo, afinal, promover reformas de instituições policiais requer lideranças políticas comprometidas com mudanças reais e núcleos do alto comando das corporações igualmente dispostos a isso. Infelizmente, quem deveria ser essa liderança parece fazer parte do problema. Apesar da gravidade, a mudança não é um caminho sem volta. A repercussão e o choque podem inspirar o impulso reformador, com o objetivo de termos polícias eficientes e preparadas para: - Afastar, de maneira contínua, policiais corruptos ou excessivamente violentos. - Ter gestores bem formados com capacidade para implementar procedimentos sólidos que possam ser supervisionados e revisados frequentemente. - Garantir planejamento estratégico para a atuação territorial e abordagens policiais. - Promover integração entre as duas polícias (Civil e Militar). - Investigar o envolvimento de policiais com corrupção e morte. - Descobrir e explicar por que investigações são sabotadas. A mudança pode começar com um pacto contra a impunidade, visto que o Brasil esclarece apenas 35% dos homicídios dolosos (quando há intenção de matar), sendo o Rio o Estado brasileiro com a menor taxa de esclarecimento dos crimes contra a vida. São dados que são tão perversos quanto o enredo que levou à morte da vereadora Marielle Franco. Crime

Como a crise no Rio de Janeiro afeta a segurança pública nacional?

Os recorrentes casos de corrupção e envolvimento de policiais com atividades criminosas no Rio de Janeiro são um reflexo da ineficiência e da falta de melhores práticas na política de segurança pública nacional. A falta de uma noção coletiva sobre a importância da segurança pública e de investimentos, tanto em tecnologia quanto em treinamentos de policiais, têm reflexos diretos no cotidiano dos brasileiros, afetando suas rotinas e suas vidas permanentemente.

Reforma

Por que a reforma nas polícias é tão importante?

A existência de um Estado paralelo indissociável do crime é inaceitável e a reforma nas polícias é fundamental para que haja mudanças concretas no sistema de segurança pública brasileiro. A reforma deve impedir a presença de policiais corruptos ou excessivamente violentos e promover gestores bem formados para supervisionar e revisar procedimentos sólidos. Além disso, é fundamental integrar as duas polícias, investir em tecnologia e treinamentos e investigar corrupção e morte.

Milícias

Qual o papel das milícias na crise?

As milícias são uma mutação sombria da parcela criminosa da polícia e têm um papel central na crise do estado do Rio de Janeiro. Além de exercer controle territorial de muitas regiões no Rio de Janeiro, a participação das milícias também traz à tona disputas por territórios, controle da regularização de ocupações ilegais, comércio e votação nas comunidades. A participação de políticos, a omissão de integrantes do Ministério Público e a cumplicidade de juízes e desembargadores é fundamental para a existência e sobrevivência das milícias.

É necessário que os responsáveis sejam punidos e que a sociedade como um todo cobre mudanças significativas nas instituições policiais para evitar que histórias como a da vereadora Marielle Franco se repitam.

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