"Motorista de Porsche suspeito de causar acidente com morte tem pedido de prisão negado pela Ju

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Jovem empresário em acidente num Porsche em São Paulo: pedido de prisão negado pela Justiça A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão temporária do empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, de 24 anos, que dirigia o Porsche que desencadeou um acidente fatal no domingo, dia 31. Ele tinha deixado o local do acidente e só havia se apresentado à polícia na tarde seguinte, segunda-feira, dia 1º. O pedido de prisão havia sido feito pela Polícia Civil, mas o judiciário paulista informou não ter encontrado elementos suficientes para a decretação da prisão temporária. A lei citada regulamenta as previsões para as prisões temporárias, dizendo que caberá a medida em casos como quando for “imprescindível para as investigações do inquérito policial” ou “quando o indicado não tiver residência fixa ou não fornecer elementos necessários ao esclarecimento de sua identidade”. Andrade Filho está sendo acusado pelo delegado Nelson Vinícius Alves, do 30º DP, como autor de homicídio com dolo eventual, caracterizado quando a pessoa assume o risco de matar. O caso foi registrado inicialmente como homicídio culposo (sem intenção de matar). O delegado tipificou o dolo eventual pelo aspecto da alta velocidade. O jovem foi indiciado por lesão corporal ao colega que estava no banco do carona, no carro de luxo e fuga do local do acidente, sem prestar socorro às vítimas. A defesa considera o caso como uma fatalidade, mas afirma ser prematuro ainda o julgamento do que provocou a batida, já que os laudos das perícias realizadas ainda não foram concluídos. A defesa também nega que o cliente tenha fugido do local do acidente e afirma que ele apenas se “resguardou de linchamento”.

Como a Justiça decidiu negar o pedido de prisão?

A Justiça de São Paulo entendeu que não havia elementos suficientes para decretar a prisão temporária de Fernando Sastre de Andrade Filho. A lei de prisão temporária citada regulamenta as previsões para as prisões temporárias, estando presentes quando for imprescindível para as investigações do inquérito policial, ou quando o indicado não tiver residência fixa ou não fornecer elementos necessários ao esclarecimento de sua identidade.

Qual foi a acusação do delegado do 30º DP?

O delegado Nelson Vinícius Alves, do 30º DP, acusou Andrade Filho como autor de homicídio com dolo eventual, caracterizado quando a pessoa assume o risco de matar. O jovem foi indiciado por lesão corporal ao colega que estava no banco do carona, no carro de luxo e fuga do local do acidente, sem prestar socorro às vítimas. O delegado tipificou o dolo eventual pelo aspecto da alta velocidade.

Qual é a posição da defesa do jovem empresário?

A defesa considera o caso como uma fatalidade, mas afirma ser prematuro ainda o julgamento do que provocou a batida, já que os laudos das perícias realizadas ainda não foram concluídos. A defesa também nega que o cliente tenha fugido do local do acidente e afirma que ele apenas se “resguardou de linchamento”. Acompanhe as notícias e atualizações sobre este caso e outros similares como esse, e lembre-se de sempre dirigir com segurança e responsabilidade!

Imagens: porsche acidente

Este artigo é uma adaptação da notícia originalmente veiculada em: https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/justica-nega-pedido-de-prisao-de-empresario-que-estava-em-porsche-envolvido-em-acidente/

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