Arriscar por quê? Ricos mantêm postura conservadora; descubra ações e fundos favoritos

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Com certa dificuldade, o Ibovespa conseguiu fechar fevereiro no azul. Mas a volatilidade e a nebulosidade desse começo de ano ainda tão incerto tem feito os investidores colocarem um pé no freio. Inclusive os endinheirados. Não à toa, a renda fixa continua ocupando a maior parte da carteira dos mais ricos, segundo o levantamento mensal da Smartbrain. Na lista das ações favoritas (classe que segue representando menos de 10% do portfólio desse público), os papéis conservadores são os que mais têm vez. As apostas mais “ousadas” ficam por conta de companhias que tendem a se beneficiar da queda de juros.

Por que os investidores estão sendo cautelosos?

A pesquisa é feita com base na plataforma da empresa, que processa diariamente mais de 340 mil extratos de investimentos, somando mais de R$ 250 bilhões de patrimônio analisados. O estudo observa carteira de investidores dos segmentos de varejo (que têm entre R$ 50 mil e R$ 300 mil e são 30,25% do total); de alta renda (que têm entre R$ 300 mil e R$ 3 milhões e são 39,66% do total); private (que têm entre R$ 3 milhões e R$ 50 milhões e são 26,87% do total) e ultra high (que têm acima de R$ 50 milhões e são 3,22% do total).

O que mudou na alocação de ativos dos endinheirados?

Apesar de a bolsa ter subido em fevereiro (ainda que de forma tímida), a alocação dos endinheirados em ações e fundos de ações caiu. Em janeiro, eles eram 10,1% da carteira e no mês seguinte eles passaram a representar 9,78%. O mesmo aconteceu com outra classe de ativos mais ousada: os fundos multimercados. A participação desses produtos saiu de 38,43% em janeiro para 38,22% em fevereiro. Por outro lado, a parcela em renda fixa aumentou, saindo de 39,06% para 39,47%, o que evidencia a cautela adotada por esse público, mesmo em um cenário de Selic menor.

Quais foram os ativos que ganharam destaque?

Outros ativos que também tiveram um aumento no portfólio dos investidores mapeados pela Smartbrain foram os fundos imobiliários, que saíram de 2,05% para 2,12%. Esses produtos se mostram como uma alternativa de uma renda extra recorrente.

Ações Financeiras
Investimentos

O movimento pode ser explicado pelos recordes batidos pelo bitcoin em fevereiro.

Por que os investimentos de previdência perderam participação?

Por fim, os investimentos de previdência perderam participação, ainda que timidamente, saindo de 6,68% da carteira para 6,62%.

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Ações favoritas dos mais ricos em fevereiro

Lembrando que a escolha de investimentos sempre exige cautela e análise detalhada. Consulte um especialista financeiro antes de tomar decisões.

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Por /Nathália Larghi


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