Lista de bilionários da Forbes: Descubra os nomes dos brasileiros mais ricos em 2021

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A Forbes acaba de publicar a sua lista de bilionários de 2024, que apresenta os 69 brasileiros mais ricos. Nomes conhecidos como a família Safra e o trio Lemann, Telles e Sicupira estão presentes na lista. O brasileiro com a maior fortuna é Eduardo Saverin, um dos fundadores do Facebook, com um patrimônio de US$ 28 bilhões. Na sequência, entre os bilionários do Brasil, aparecem os três sócios principais da 3G e construtores do império Ambev: Jorge Paulo Lemann, com US$ 16,4 bilhões, Marcel Telles, com US$ 10,9 bilhões, e Carlos Alberto Sicupira, com US$ 8,9 bilhões. As mulheres ainda ocupam pouco mais de 13% das posições de bilionários no mundo. Neste ano, 369 dos 2.781 bilionários são mulheres, contra 337 em 2023, quando elas representavam 12,8% da lista. Do ranking geral, a mulher mais rica do mundo pelo quarto ano consecutivo é a herdeira da L'Oréal, Françoise Bettencourt Meyers, com uma fortuna de US$ 99,5 bilhões. Já por aqui, Vicky Safra, que possui um patrimônio avaliado em US$ 20,6 bilhões, é a mulher mais rica do Brasil e ocupa a segunda posição do ranking entre homens e mulheres brasileiros. Vicky é viúva do banqueiro e empresário Joseph Safra, que morreu em dezembro de 2020 e deixou todo seu montante para a esposa. A família controladora do Itaú Unibanco também aparece entre as dez primeiras posições com os irmãos Fernando Roberto Moreira Salles, com US$ 7,6 bilhões, e Pedro Moreira Salles, com US$ 7,1 bilhões. Ainda no top 10, André Esteves (BTG Pactual) ficou na oitava posição com US$ 6,6 bilhões, seguido por Alexandre Behring (3G Capital), com US$ 6,3 bilhões, e Miguel Krigsner (O Boticário), com US$ 5,7 bilhões. Confira a lista: Brasileiros mais ricos do mundo 1. Eduardo Saverin – US$ 28 bilhões 2. Vicky Safra e família – US$ 20,6 bilhões 3. Jorge Paulo Lemann e família – US$ 16,4 bilhões 4. Marcel Herrmann Telles e família – US$ 10,9 bilhões 5. Carlos Alberto Sicupira e família – US$ 8,9 bilhões 6. Fernando Roberto Moreira Salles – US$ 7,6 bilhões 7. Pedro Moreira Salles – US$ 7,1 bilhões 8. Andre Esteves – US$ 6,6 bilhões 9. Alexandre Behring – US$ 6,3 bilhões 10. Miguel Krigsner – US$ 5,7 bilhões Além dos nomes que compõem a lista acima, alguns brasileiros estrearam entre os bilionários. São eles: Artur Grynbaum (US$ 1,4 bilhão) do grupo Boticário; Cristina Junqueira (US$ 1,4 bilhão) do Nubank; Ivan Müller Botelho (US$ 1,3 bilhão) da Energisa; Maria Consuelo Dias Branco (US$ 1,2 bilhão) da M. Dias Branco; Maria Frias (US$ 1,2 bilhão) da Folha de São Paulo; Clóvis Ermírio de Moraes (US$ 1,1 bilhão) do grupo Votorantim; Carlos Pires Oliveira Dias (US$ 1,1 bilhão) da Raia Drogasil; Carlos Eduardo M. Scripilliti (US$ 1,1 bilhão) do grupo Votorantim e Regina Helena S. Velloso (US$ 1,1 bilhão) também do grupo Votorantim. Também chamou a atenção a história de Livia Voigt, herdeira da WEG (WEGE3), que é a bilionária mais jovem do mundo pelo segundo ano seguido, com uma fortuna de US$ 1,1 bilhão aos 19 anos.
Imagem de Dinheiro Imagem de Riqueza

Como podemos observar, a concentração de riqueza ainda é muito acentuada em homens brancos. Embora existam algumas mulheres na lista, a representatividade ainda é baixa. Além disso, a maioria das empresas listadas é do setor financeiro e de alimentos e bebidas, o que pode indicar uma certa falta de diversificação nos investimentos dos bilionários brasileiros.

Qual é o impacto da concentração de riqueza?

A concentração de riqueza pode gerar diferentes impactos negativos na sociedade. Quando a maior parte da riqueza fica nas mãos de poucas pessoas, isso pode afetar o desenvolvimento econômico e a estabilidade social.

O que pode ser feito para diminuir a concentração de riqueza?

Uma das formas de diminuir a concentração de riqueza é por meio da redistribuição de recursos. Isso pode ser feito, por exemplo, por meio de políticas públicas que aumentem a tributação dos mais ricos e direcionem esses recursos para investimentos em áreas como educação, saúde e infraestrutura.

Outra forma é por meio do incentivo à diversificação de investimentos dos mais ricos, de forma a estimular o desenvolvimento de novos setores da economia.

É importante lembrar que a diminuição da concentração de riqueza não deve ser vista como um fim em si mesma, mas sim como um meio para alcançar um desenvolvimento econômico e social mais justo e igualitário.

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