"Como a posição do Brasil em relação à Palestina pode favorecer os negócios com países árabes:

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Posicionamento do Brasil em relação ao conflito entre Israel e Palestina pode beneficiar as relações comerciais com os países árabes. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Roberto Perosa, vê possibilidades de grandes parcerias comerciais surgirem, pois os países que se identificam com esse posicionamento se alinharam ainda mais ao Brasil. Novos mercados para o Brasil podem se abrir diante desse entendimento das autoridades de alinhamento diplomático. Turquia, Azerbaijão e Omã são exemplos de países que se identificam com a posição brasileira em relação ao conflito e que podem se tornar grandes parceiros comerciais. O sultão de Omã, Haitham bin Tariq Al Said, quer receber Lula no país em virtude deste posicionamento, demanda que foi levada ao assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Celso Amorim, segundo Perosa. “O mundo árabe hoje é pró-Lula. Todo mundo quer fazer negócio com a gente. Além de ser um posicionamento correto, foi um gol de placa, saindo na vanguarda e que agradou ao mundo árabe”, pontuou. Durante uma missão no Oriente Médio, o secretário se reuniu com investidores, empresários e autoridades diplomáticas em Dubai, Omã, Turquia e Azerbaijão, estreitando laços comerciais e discutindo possíveis parcerias.

Como o posicionamento do Brasil beneficia as relações comerciais

O posicionamento do Brasil em relação ao conflito entre Israel e Palestina atraiu a atenção positiva de países árabes e pode abrir novos mercados para o país. Alinhando-se à posição dos árabes, grandes parcerias comerciais podem surgir entre o Brasil e esses países.

Quais países podem se tornar grandes parceiros comerciais do Brasil?

Países como Turquia, Azerbaijão e Omã se identificam com a posição brasileira em relação ao conflito e mostram-se dispostos a firmar parcerias comerciais.

Como são vistas as falas de Lula a favor do Estado palestino pelos árabes?

As falas de Lula a favor do Estado palestino foram vistas pelos árabes como um gesto “corajoso” e foram bem-recebidas na região. O vice-ministro da Agricultura da Turquia, Ahmet Gümen, afirmou que nenhum outro país teve coragem de falar o que o Brasil falou.

Como o Brasil pode se beneficiar das relações comerciais com os países árabes?

A Liga Árabe é um dos principais mercados de destino para os produtos agropecuários do Brasil. As exportações do agronegócio brasileiro para as 22 nações geraram receita de US$ 14,538 bilhões em 2023. Para este ano, a expectativa é de crescimento de 15% na receita, de acordo com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

Possíveis investimentos e oportunidades de negócios

O Brasil tem interesse em ampliar as importações de fertilizantes de Omã e aumentar a exportação de fertilizantes nitrogenados do Azerbaijão. A Turquia, por sua vez, pode ser um importante mercado para a venda de bovinos vivos, carne bovina e produtos de pesca brasileiros. Tanto o Azerbaijão quanto Omã demonstraram interesse em investir e participar do programa de recuperação e conversão de pastagens degradadas do Brasil. Com essas parcerias, as relações comerciais do Brasil com os países árabes tem tudo para se consolidar ainda mais e gerar uma grande receita para o país.

A imagem abaixo mostra Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura:

Roberto Perosa

Já esta imagem representa as falas de Lula a favor do Estado palestino sendo recebidas pelos árabes como um gesto “corajoso”:

Lula fala a favor do Estado Palestino

Em resumo, a posição do Brasil em relação ao conflito entre Israel e Palestina pode trazer grandes benefícios para o país em termos comerciais, reforçando a importância das relações com a Liga Árabe. É preciso estreitar ainda mais as relações com os países que se identificam com a posição brasileira em relação ao conflito, como Turquia, Azerbaijão e Omã, aproveitando as oportunidades de investimento e realizando negócios vantajosos para ambas as partes.

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