Brasil continua em quarto lugar em ranking de países com o maior juro real 1. Por que o Brasil está

广告位火热招租中

Após o corte da taxa Selic nesta quarta-feira (20), o Brasil continuou em quarto lugar no ranking de países com o maior juro real, que desconta a expectativa de inflação. A taxa brasileira é de 6,3%. A Rússia aparece em primeiro lugar no ranking, com juro real de 10,2%. Em seguida está o México, com 7,9%, e na sequência está a Turquia, 6,6%.

O ranking da taxa de juros

A compilação foi elaborada pelo Valor Data, com base em dados do Boletim Focus do Banco Central, da B3 e da Trading Economics e considera apenas os países do G-20, composto por 19 nações e pela União Europeia, que representam cerca de 85% do Produto Interno Bruto (PIB) global. Contudo, países menos desenvolvidos possuem taxas maiores que a Rússia, o México, a Turquia e o Brasil.

Detalhes sobre o ranking

O ranking foi feito usando as taxas básicas de juros dos países divulgadas mais recentemente. Já o cálculo para o Brasil considera um derivativo (contrato financeiro negociado na B3), descontando a expectativa para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para os próximos 12 meses.

Posicionamento do Brasil e expectativas futuras

Em quinto lugar, estão empatados a Arábia Saudita e o Reino Unido, com taxa de 3,5% e, na sexta posição, ficam empatados os Estados Unidos e a África do Sul, com juros reais de 3,1%. África do Sul aparece em seguida, com um juro de 3,1% acima da inflação.

Decisões do Banco Central brasileiro e influência externa

O Brasil foi o primeiro país da América Latina a aumentar os juros, antes de Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai. Desde março do ano passado até maio deste ano, o Brasil sustentou a posição de país com o maior juro real do grupo analisado. Agora, entretanto, como seus pares na América Latina, começa a descer posições com os cortes de taxas que vêm se consolidando.

**Images here**

Contudo, boa parte do sucesso das reduções de juros no Brasil depende dos países mais desenvolvidos, porque as taxas no exterior ditam o fluxo de capital por aqui. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano), manteve os juros inalterados hoje. Na Europa, a sinalização do Banco Central Europeu é de começo de cortes de juros no meio do ano.

**Images here**

Em conclusão, é importante observar o cenário internacional e como as decisões de bancos centrais de outros países afetam a economia brasileira, principalmente no que diz respeito às taxas de juros. Como você acredita que esses movimentos podem impactar o cenário econômico nacional nos próximos meses?

**Images here**

Siga o Valor Investe para mais atualizações e análises sobre o mercado financeiro. Compartilhe sua opinião nos comentários, siga-nos nas redes sociais, e aproveite para curtir e compartilhar este conteúdo. Agradecemos por acompanhar!


Por /Júlia Lewgoy


广告位火热招租中