MPF vê ‘desejo de vingança’ e nega investigar Bretas por suposta venda de sentenças "MPF vê ‘de

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Recentemente, a Procuradoria da República no Rio de Janeiro concluiu que não há motivo para investigar se o juiz Marcelo Bretas, conhecido por sua atuação nos processos da Operação Lava Jato no Estado, esteve envolvido em um esquema de venda de sentenças.

Decisão de Arquivamento

As acusações surgiram do ex-presidente do Departamento de Trânsito do Rio, Rogério Onofre de Oliveira, que foi condenado por Bretas na Lava Jato Rio. O parecer do procurador da República Carlos Aguiar, que promoveu o arquivamento do caso, destacou a falta de indícios que sustentassem as acusações, sugerindo que estas poderiam ser motivadas por um "desejo de vingança".

Insuficiência de Provas

Um trecho do documento menciona que a declaração feita por alguém que já foi julgado e condenado pelo magistrado em questão, sem apresentar provas que a substanciassem, não seria suficiente para justificar medidas que poderiam gerar consequências injustas aos investigados.

Esclarecimento do Juiz

O próprio Marcelo Bretas acionou o Ministério Público Federal para esclarecer a situação, demonstrando seu comprometimento com a transparência e a verdade. A história envolvendo a suposta proposta de pagamento em troca de liberdade foi tornada pública pela revista Veja.

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Repercussão e Resultados

Após o arquivamento do caso, as investigações continuaram, com tentativas de ouvir o advogado mencionado, embora ele não tenha sido localizado para depor. O Ministério Público ressaltou a importância de se considerar o contexto político e econômico envolvido nas decisões dos envolvidos no caso.

Em meio a este cenário, Marcelo Bretas permanece afastado de suas funções pelo Conselho Nacional de Justiça, aguardando a conclusão de processos administrativos relacionados à sua atuação na Lava Jato. Enquanto isso, tem se destacado como uma figura influente nas redes sociais, compartilhando conteúdos sobre Direito, religião e autoajuda.

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Por /Blog do Fausto Macedo


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